Tudo que você precisa saber sobre queda capilar
Conteúdo baseado em evidências, escrito por quem entende de ciência – e de cabelo.
“A ciência que o
mercado ignorou.”
Por que o Minoxidil não resolveu sua queda – e o que a ciência diz que realmente funciona
Entenda por que 50 milhões de brasileiros continuam perdendo cabelo mesmo seguindo os tratamentos convencionais. A resposta está no microambiente folicular – e em uma abordagem que o mercado ainda não tinha.
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Entenda por que 50 milhões de brasileiros continuam perdendo cabelo mesmo seguindo os tratamentos convencionais
Você fez tudo certo. E mesmo assim não funcionou.
Você pesquisou, consultou médico, comprou o produto certo, aplicou todos os dias, esperou os três meses que todo mundo fala. E no fim? Resultado decepcionante – ou nenhum resultado.
Se isso soa familiar, saiba: você não está sozinho. E mais importante – a culpa não é sua.
A alopecia androgênica afeta mais de 50 milhões de brasileiros. É uma das condições mais prevalentes do país e, ao mesmo tempo, uma das mais mal tratadas. Não por falta de opções nas prateleiras – pelo contrário. O problema é que a maioria deles foi construída em cima de marketing, não de ciência.
“O mercado que existe para tratar a alopecia foi construído em cima de promessas, não de evidências. Foi isso que nos motivou a começar do zero.”
O que realmente acontece quando você perde cabelo
Para entender por que os tratamentos convencionais têm limitações, é preciso entender o que acontece no folículo capilar.
A alopecia androgênica tem um mecanismo central bem conhecido: a enzima 5-alfa redutase converte a testosterona em DHT (dihidrotestosterona), um hormônio que encolhe progressivamente os folículos capilares até eles pararem de produzir fios.
Mas aqui está o que pouca gente te conta: a queda de cabelo não é causada apenas pelo DHT. O folículo capilar vive em um microambiente complexo, regulado por proteínas, vias de sinalização celular, fatores de crescimento e processos inflamatórios. Quando esse equilíbrio é rompido, nenhum produto que age em um único ponto dessa cadeia vai ser suficiente para reverter o processo.
Por que o Minoxidil e a Finasterida têm fronteiras
O Minoxidil é um vasodilatador. Ele aumenta a circulação no couro cabeludo e prolonga a fase de crescimento do cabelo. Funciona para muita gente? Sim. Mas ele não inibe a 5-alfa redutase, não age nas vias de sinalização folicular e, na maioria dos casos, requer uso contínuo.
A Finasterida inibe a 5-alfa redutase e reduz a produção de DHT. É eficaz, mas age em apenas uma via do problema e traz um histórico de efeitos colaterais que muitas pessoas preferem evitar.
Nenhum dos dois foi desenvolvido especificamente para o microambiente folicular. Ambos foram adaptados – o Minoxidil era originalmente para pressão arterial, a Finasterida para hiperplasia prostática.
| Marcador | Minoxidil / Finasterida | AQC1 GEREZZ |
|---|---|---|
| FGF-7 (fator de crescimento) | +52,2% | +68,6% |
| Via beta-catenina | Nível basal | 2,43x acima do basal |
| Frentes de ação no folículo | 1 | 8 |
| Desenvolvido para o folículo | Não | Sim (patenteado) |
A ciência por trás do AQC1
Em 2022, a médica cardiologista Dra. Milena Gerez tomou uma decisão pouco comum: deixou o consultório depois de quase 20 anos de prática clínica para resolver um problema que a incomodava como cientista.
Ela identificou que a alopecia androgênica era tratada por um mercado movido por promessas, não por evidências. Então foi estudar o problema desde a base: cursou Química Industrial, especializou-se em Tecnologia de Fármacos pela Universidade de Brasília, concluiu MBA em P&D de Cosméticos e montou laboratório próprio com AFE ANVISA.
O resultado é o Tônico Capilar AQC1 – um cosmecêutico patenteado que inibe a 5-alfa redutase e age sinergicamente em 8 frentes do microambiente folicular.
O que os estudos comprovam
O AQC1 não é uma promessa. É um produto com evidências documentadas e metodologia rastreável.
Dois estudos de expressão gênica in vitro por RTq-PCR demonstraram modulação significativa de seis proteínas críticas do ciclo capilar. Um estudo clínico com 33 participantes em laboratório REBLAS (Rede Brasileira de Laboratórios Analíticos em Saúde) confirmou os resultados após 30 dias de uso contínuo.
Não é marketing. É protocolo científico.
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Este conteúdo tem caráter informativo e educacional. Consulte sempre um profissional de saúde para orientação individualizada sobre seu tratamento.